sábado, 24 de novembro de 2007

Lençois


Lençois brancos entrelaçados
Vivos olhos ludibriantes
Que ignoram os atingidos
E enlouquecem os transeuntes
Mesclam serenidade e elegância
Formando amálgama feminino
Se sobrepondo a inocência
E fomentando o amor canino

Sonhos instigam ansiedade
O que me importa é não estar vencido
Cativando meus ouvindos
E se dissipando da brevidade
Não é variedade
É totalidade
É singular
É comum olhar
Sob os olhos nus
Moreno luar

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