quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Aproveito severamente o entardecer da luz me preocupo em não errar aqui... e no tempo que penso, existo. e me do conta dessa existencia, a qual fica difícil animá-la sem sua importância.transito entre links e janelas tecnológicas, precavendo a inspiração, livrando-a de itinerários já prontos...oxalá ela se encontra em meu anseio, tú minha amada. procuro a naturalidade, porque nela está toda a correspondencia de seu amor, toda sua reciprocidade... já somos muito mais, mais para além de que e do que, trepidamos diante dos adversarios, superando-os como a noite que supera o dia e vice versa... tem algo de calmo aqui, e vai aumentando, vai plageando a serenidade e incorporando a brisa de meus sentidos e sentimentos... é assim, posso explicar: esse teclado preto pode colorir, deixou de ser preto e é arco-iris, porque eu quis e o quero. vai se dissipando a estranheza, a identidade reina, o simples é fundamental, e amor natural. Com que cara te faço carícias, já sei, pois me dissetes ao concretizar-se ao meu lado.
Ignoro os sermões e a medíocre prepotência de quem acha que já viveu o amor...sabem do deturpado, ou não de nada sabem, ou ainda não sabem...noto que nunca poetizaram no teclado, não deram vida as letras, não transmitiram pedaços de suas almas para as sílabas... você fizestes, e eu também...agora ambos interpretamos amor, ao saber que nada dele se interpreta, apenas não o veta... o sente; desmedido né querida?! porque é assim que aflor nasce para o mundo, desmedidamente, afortunada de beleza e raridade. carrega consigo a essência, para que a percebam, mesmo que nem todos a percebam, mas que obrigatoriamente alguém a perceba, e se façam como embarcação.

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