Por mais que sincero
Por trás do concreto
Por cima do incerto
Quase como esmero
Caneta vacilante
Sorriso extravagante
Sensação arrepiante
Coração emocionante
Que derruba seu dono
Que ameaça seu trono
Cadê Nelson Jacobina?
Louquíssimo de comunicação
Dono da marijuana
Que quando injeta
Se dana, e ama... fuma
E para, porquê ele não... Pluma
Quer saber?
A partir de então está decidido
Vai nascer outro homem
Que vive, grita, clama
Busca outro nome
E por quê?
Por que sinto vontade de você
De ter, de ser, de viver
Um homem que só lembra
De lembrar de você
Batuque no coração
Vinho na contra mão
Deusa do amor
Porque dizes não?
Erre copo de vinho que desce pela garganta
E segue por todo o organismo
Queria que fosse você
Tomando conta de meu corpo
Mas agora você vai embora
Queria que você me levasse
Não consigo
Pelo menos em teu coração
Ou na imaginação
Me leve, leve no seu olhar
Me carregue, carregue em seu colo
Ou me sinta, sinta perto de ti
Pois você nunca sairá de mim
Eu, vinho, Marisa Monte...
Outro plano astral... 151? Quem sabe...
Tornar- se- á eterno
Momento sincero!
Um ser deserto, mas bem acompanhado
Contradição ou não
Vive- se agora, aqui, então...
(S.P.V.Q.M.)
Um comentário:
"Me leve, leve no seu olhar
Me carregue, carregue em seu colo
Ou me sinta, sinta perto de ti
Pois você nunca sairá de mim"
às vezes a gente que mesmo só é poder amar...
Lindo!
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