Palavras são palavras. O que são elas na iminência de nosso amor.
Eu me liguei na meta do acaso, enveredei macio, foi por um fio, quase me senti vazio. Parei, respirei, decisões eu tomei, e me lembrei que não podia esquecer mito tão bonito, verdade tão assídua, cama de um repouso exaurido. Ah o amor, esse tão doce sentimento, tão incompleta nesta palavra, tão feiticeiro nas nossas vidas, tão arquiteto nos singulares ensejos. Assisto desse barco pomposo a sorte nos levar a qualquer destino seja qual for. Fluimos vento a frente sem qualquer temos... avistamos ali de longe, algo que se posta tão perto. Para além. Sincero. Ah eu te darei uma flor. Seja plastica ou viva. Que seja uma flor.
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