sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Primeiro


Por que não vou gostar?
Ele me esnsinou a escrever
Agora vai ter que entender
Que posso dizer oque não quer escutar

Ferida que dói e não se sente
Mas que custa a cicatrizar
O corte vem derrepente
E sangra até agonizar

Braços abertos caídos na cama
Pingos que soam como sinos
Lágrimas que caem quando ama
Olhos choram como um menino

Termino esse poema insano
A criança e sua cabeça demente
Se enrola com medo num pano
Pra tentar viver amanhã novamente

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