
Significa desse jeito, que brota dos fundos dos poréns e vai sobressaindo nas exclamações, no que lhe convém...vale a todo custo e posa pra foto ao lado, assim de soslaio. Porque quer aparecer, quer se ver, vai ver que quer estremecer. Há de tudo, há para todos, há um fogo, um devaneio fora do sonho, pisando em grãos. Um doce de chocolate que se quer e quer mais ainda, com mordidas e disparate, com cheiro de verdade. Há mais ainda... há coisa linda.
Falei de novo, falei por teimosia, me fiz pela alegria, falei pela liberdade da palavra que é nua sem vergonha de ser, é crua como tem que ser, disse simples e suave, me fiz pela vaidade, a custa de toda aquela vontade, falei que te amo e que te amava, um dito que se exarcerbava, que não se limitava à penúria da fridez. fui cortez, inclinei a adaga rumo ao peito, e senti medo, medo de sentir rápido, de sentimento demasiado. curvei a adaga e fui amar, amar você, amar por você, uma lua que eu brilho, uma nuança, memórias e fantasias, olhares e anéis rígidos. Falei com alegria, falei em teimosia, falei tudo de novo, falei sob a abóboda celeste que clareava um sertão de amor. Uma piscada sem dor.
Um comentário:
É o poema que mais gosto manu ! *-*
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