
Pois bem, acabo de tomar uma xícara fria de café, tão fria, tão sem gosto, aliás, tinha o mesmo gosto do café que tomei à tarde, mediocrimente sozinha.
Fui ao bannheiro. Olhei me no espelho. Angústia. Tristeza. Insônia...
Que porcaria!!! Estou escrevendo!!!
Acho que estou num ponto de mutação. Psicológico. Físico. Espiritual.
Senti hoje uma sensação de que sou capaz de frear uma lágrima mas que realmente gosto de chorar. Sentir aquela dor rasgando o peito de uma extremidade a outra.
Será loucura.
É uma afirmação.
Sempre me considerei uma pessoa solitária e que sempre arruma um jeito de chamr atenção...Fui ao bannheiro. Olhei me no espelho. Angústia. Tristeza. Insônia...
Que porcaria!!! Estou escrevendo!!!
Acho que estou num ponto de mutação. Psicológico. Físico. Espiritual.
Senti hoje uma sensação de que sou capaz de frear uma lágrima mas que realmente gosto de chorar. Sentir aquela dor rasgando o peito de uma extremidade a outra.
Será loucura.
É uma afirmação.
É verdade.
Mas quem se importa? Eu já a tempos não me importo!
Olhei para as minhas mãos...
Pensei...
Imaginei...
Qual das duas mãos irá fica por cima, quando meu corpo gélido estiver repousando em uma cama acolchoadamente fúnebre?
Eu prefiro a esquerda.
Gosto mais dela.
Pendurei as fotos que estavam na gaveta. Elas sorriem para mim.
Agora, nem me sinto mais tão só.
O dia já clareia e ainda estou com o gosto amargo do café.
Preciso dormir.
Acordar cedo.
Afinal, ainda vivo. Vivo mas não existo.
Por favor!!! Alguém pode me dar um pouco de atenção?!?!
Ao menos fingir que se importa?!?!
Vou dormir...
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