domingo, 13 de novembro de 2011

Descendo a serra e vindo de volta a terra das raízes, uma frase que ouvi há muito tempo remexeu a cachola: O quê os olhos não vêem, o coração sente sim! Poxa! Quanta verdade há nisso! Aí pensei: A saudade. Pode ser isso. Sim, pode ser sim! Quando eu vi, pela janela, aqueles pontinhos de luz, trêmulos, porém imóveis, lá no baixio da serra, lá no vale, o coração saltitou. Como é bom sentir o cheiro de casa. Casa que não pertence mais ao cotidiano da vida proletária em outras esquinas, mas que há ainda algo meu. Oxe! Mas é bom dizer isso sem ninguém olhar pra você e sorrir! Oxe! Tô em casa! Pelo menos por alguns dias.

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