Imagine uma pluma leve, alva, voando pelos ares do céu infinito,
dançando e rodopiando com o seu par vento.
Imagine ela feito noiva solitária se camuflando entre as nuvens
cheirosas de chuva,voando e bailando no salão do som do sol.
Mas então, ela vai diminuindo o ritmo e sua dança vai parando,
o seu véu vai descendo e a pluma vai caindo, não como lágrimas pois,
não carece a trsteza, só cai, só desce, desfalece e se entrega suave,
tanto quanto seu peso, s cansa e é só. Só cansaço.
E vai encontrar um chão gramado, fofo, confortável,
onde repousará fio a fio,
que em conjunto lhe faz completa, bonita.
Dorme, respira, encontra o que lhe faltava no chão, no pó,
face a face com a terra, ela a pluma tão leve, tão amante do ar,
flutuante, encontra o que lhe faltava: respirar.
E supiro a suspiro seu peito vai inflando e seu ânimo voltando,
o encanto do som do sol assovia de novo e ela vai dançando,
rodopiando. Leve pluma vai levando o vento. Era só cansaço.
Suspire e Respire.
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